7 melhores lugares para ver o pôr do sol em Santa Catarina
Veja sete mirantes com acesso, horários e custos em Florianópolis, Bombinhas, Balneário Camboriú e Urubici, incluindo várias opções gratuitas.
Pôr do sol sobre a Lagoa da Conceição visto de um mirante
Florianópolis e Lagoa
Mirante do Morro da Lagoa: 20 minutos de carro subindo a partir do Centrinho da Lagoa, vista panorâmica da lagoa e do mar, chegue 40 minutos antes do pôr do sol para achar vaga, gratuito. Costão da Praia Mole: caminhe pelas pedras na ponta norte da Mole, o sol se põe atrás dos morros, gratuito e vazio. Passarela da Ponte Hercílio Luz olhando para oeste, especialmente boa de junho a agosto, quando o sol se põe sobre as montanhas do continente, gratuita.
Dos três, o Mirante do Morro da Lagoa é o que exige mais planejamento: o estacionamento de saibro comporta cerca de quinze carros, então num sábado limpo de janeiro chegue às 18:40 para um pôr do sol às 19:45, ou vai acabar estacionando no acostamento da SC-406 e caminhando os últimos 400 metros. O Costão da Praia Mole compensa mais a pé do que de carro — deixe o carro do lado da Joaquina e vá pulando os blocos de pedra por vinte minutos, de graça, sem fiscalização e escorregadio depois da chuva. A passarela da Hercílio Luz serve a quem está hospedado no Centro sem carro, a cinco minutos a pé da Praça XV, melhor entre junho e agosto, quando a crista das serras do continente pega a última luz em cheio.
Praias voltadas para o oeste
Ponta do Sambaqui, em Santo Antônio de Lisboa: o pôr do sol clássico de Florianópolis, baía voltada para o oeste, ostras e chopp no Rancho da Baía por R$60 por pessoa enquanto o sol desce. Orla do Ribeirão da Ilha: mesma baía voltada ao oeste, mais tranquila, com restaurantes como Ostradamus e Rita Maria para um jantar completo no pôr do sol. Praia de Naufragados, na ponta sul: chega-se com 45 minutos de caminhada a partir da Caieira da Barra do Sul, selvagem e vazia, gratuita — mas você vai precisar de lanterna de cabeça para voltar.
Sambaqui é a escolha se você quer gente e movimento em volta: o trapiche lota por volta das 18:00 no verão, os vendedores de ostra trabalham as mesas e um táxi de volta ao Centro sai por uns R$45. O Ribeirão da Ilha é a alternativa mais calma, quinze minutos mais ao sul — reserve mesa na janela do Ostradamus logo no começo da tarde nos fins de semana, os pratos ficam entre R$80 e 120, e a mesma vista da baía não custa nada se você simplesmente estacionar no trapiche público. Naufragados não é um pôr do sol para a primeira viagem à ilha: reserve três horas de ida e volta a pé, leve água e só encare se conseguir estar de volta ao estacionamento antes de a luz sumir de vez, porque a trilha não tem iluminação nenhuma.
Bônus na Serra Catarinense
O Morro da Igreja, em Urubici (território de bate-volta longo), tem um pôr do sol que deixa os paredões de basalto laranja por oito minutos. O acesso fecha às 17:30 no inverno, então só funciona no verão. Plataforma de observação da Cascata do Avencal no fim da tarde — entrada de R$30 — vale a taxa se você já estiver na serra. Na cidade, o Mirante da Serra da Boa Vista, gratuito, voltado para oeste sobre vales de pinheiros.
Urubici fica a cerca de três horas de Florianópolis de carro, pela SC-390 e BR-282, o que descarta o passeio de fim de tarde — encare como uma dormida na Serra Catarinense, não como um desvio para ver o sol se pôr. O Morro da Igreja cobra R$20 de entrada por veículo e o portão fecha mesmo às 17:30 entre abril e setembro, então pergunte na pousada o horário exato de fechamento antes de subir. A Cascata do Avencal é a melhor aposta com pouco tempo, já que a plataforma fica perto do estacionamento e os R$30 valem para a tarde inteira, não só para o fim do dia. Pule a viagem por completo na época de neblina (junho e julho), quando a nuvem baixa sobre o planalto e a vista simplesmente desaparece.
Norte da ilha: Canasvieiras e Jurerê
Canasvieiras e Jurerê ficam voltadas para o norte, e não para o oeste, então o sol mergulha na baía em vez de sumir dramaticamente atrás dos morros — cor mais suave, transição mais longa, melhor para um drinque devagar do que para um espetáculo de cinco minutos. O calçadão de Canasvieiras funciona bem para quem está no Hotel Boulevard Beach Canasvieiras ou no Hotel Monteiro Canasvieiras, ambos a poucos passos da areia, com quiosques servindo caipirinha a partir de uns R$18 enquanto a luz vai embora. A faixa de Jurerê Internacional em frente ao Suites Jurere Internacional e ao Jurerê Beach Village fica mais cheia e mais cara, com camas de beach club a partir de R$150 num sábado de verão, mas a vista sobre a água calma da baía rende fotos genuinamente melhores do que a orla mais reta de Canasvieiras.
Nenhum dos dois vale uma viagem especial se você já está baseado na Lagoa ou no Centro — subir ao norte leva de 35 a 45 minutos em cada sentido, dependendo do trânsito na SC-401, e você tem um pôr do sol de baía equivalente de graça em Sambaqui, sem a margem de lucro do beach club. Onde o norte da ilha ganha é na conveniência para quem já dorme por lá: hóspedes do Boulevard Ponta das Canas ou da própria Canasvieiras chegam a pé a um bom pôr do sol em menos de dez minutos, sem carro, sem caça a vaga, sem lanterna para a volta. Escolha o norte da ilha para uma noite fácil e sem planejamento; escolha Sambaqui ou Ribeirão da Ilha quando o pôr do sol for o motivo inteiro do passeio.
Litoral sul: Garopaba e Imbituba
A uma hora ao sul de Florianópolis pela BR-101, Garopaba e Imbituba trocam a multidão da capital por praias abertas voltadas para o Atlântico, onde o sol ainda se põe para o interior, atrás dos morros, e não no mar — espere luz quente nas dunas da Praia do Rosa em vez de um pôr do sol clássico sobre o oceano. Quem se hospeda perto da Casa Temporada Garopaba fica a cinco minutos a pé da Praia da Ferrugem, onde os barcos de pesca puxados para a areia formam um primeiro plano melhor do que qualquer coisa na Grande Florianópolis. O porto de Imbituba, perto da Pousada Bosque Das Aguas Imbituba, oferece uma versão mais tranquila e de cidade de trabalho da mesma luz, sem nada da multidão do Rosa em janeiro.
Encare como uma dormida, não como um bate-volta de fim de tarde: a volta a Florianópolis já no escuro pela BR-101 leva de 70 a 90 minutos, dependendo do trânsito de caminhões, e não há vantagem em fazer o trajeto duas vezes no mesmo dia. Garopaba serve a quem quer observação de baleias (de julho a novembro, barcos a partir de uns R$120 por pessoa) junto com a luz do fim de tarde; Imbituba serve a quem quer o mesmo litoral com preços menores e menos surfistas. Pule os dois nos fins de semana de alta temporada se multidão te incomoda — a Praia do Rosa, em especial, recebe um fluxo de carros que come o fim de tarde antes mesmo de você estacionar.
Balneário Camboriú e Bombinhas
Ao norte de Florianópolis, o skyline de Balneário Camboriú entrega um pôr do sol completamente diferente — o sol some atrás dos próprios prédios da cidade, e não de uma silhueta natural, o que rende boas fotos ou não, dependendo do seu gosto por torres. Quem está na Casa com piscina Balneário Camboriú CasaAlbertiBc fica perto o bastante para caminhar pela Avenida Atlântica e ver o espetáculo, com quiosques cobrando preço de cidade grande — R$15-20 a cerveja — e não a tarifa do Ribeirão da Ilha. Bombinhas, quarenta minutos mais ao norte, é voltada para oeste sobre várias enseadas pequenas, e o Mirante do Costão do Zimbros entrega um horizonte realmente aberto em vez de um skyline urbano.
Quem se hospeda perto do Castellammare Bombinhas Flat Residence ou das Luxury Suites Vila Indonésia está a poucos minutos de carro de Zimbros, e vale o desvio de quinze minutos em vez de se contentar com o centro mais movimentado da Praia de Bombinhas, que fica virado para o lado errado para um pôr do sol limpo. Balneário Camboriú é a escolha errada se você quer horizonte sem interrupção — é um pôr do sol de luzes de cidade, não de natureza, e Bombinhas faz a versão natural melhor dentro do mesmo raio de carro. Se for escolher entre os dois para uma única noite, Bombinhas ganha na vista e perde um pouco em opções de jantar diante da faixa mais ampla de restaurantes de Camboriú.
Perguntas frequentes
O que as pessoas perguntam antes de encarar esta.
Em dezembro, às 20:15; em junho, às 17:30. O crepúsculo dura uns bons 30-40 minutos depois — planeje a volta.
Rancho da Baía, em Sambaqui, ou Ostradamus, no Ribeirão da Ilha. Reserve uma mesa voltada para o oeste às 18:30 no inverno e às 19:30 no verão.
Sim, se você chegar de carro e sair assim que anoitecer. Não fique por lá a pé depois do escuro.
Sim, saindo do trapiche de Sambaqui, escuna de 90 minutos ao pôr do sol por R$80 por pessoa, com uma caipirinha inclusa. Reserve com a Escuna Sambaqui pelo WhatsApp.
Não para Sambaqui, Ribeirão da Ilha, a passarela da Hercílio Luz ou as praias do norte da ilha, todos acessíveis de ônibus municipal ou com um táxi curto. Naufragados, Morro da Igreja e qualquer coisa na Serra Catarinense exigem carro, já que o transporte público não faz esses trajetos depois do meio da tarde. Conte com R$40-70 de táxi ou aplicativo para qualquer lugar da Grande Florianópolis se não quiser dirigir de volta no escuro.
Ponta do Sambaqui, quase sem hesitar — de graça para assistir, boa comida a vinte metros e um táxi de volta que nunca leva mais de vinte minutos. Deixe o Morro da Igreja para um fim de semana de verão em que você já vá dormir em Urubici, e não como viagem especial saindo do litoral.
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